A Vision of Students Today
Um olhar atento sobre o mundo de hoje...
Um blog experimental de ideias e deambulações
Um olhar atento sobre o mundo de hoje...
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Não sei onde enquadrar este short movie de um jogo mítico mas aqui fica...
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Quando uma pequena república desapareceu...
http://www.coutomixto.org
Ver mais sobre Couto Misto
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Um livro surpreendente com algumas "revelações" pouco comuns na literatura do género cujo conteúdo bem como o grafismo são raros...mais um para adicionar à biblioteca...
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Um pouco do Portugal profundo...
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Um dos melhores filmes do realismo social que vi até hoje...
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A solidão é o facto mais profundo da condição humana...
O Homem é o único ser que sabe que está só.
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Uma das melhores bandas nacionais no seguimento da tradição celta...
http://www.dazkarieh.com
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Um álbum com uma musicalidade profunda...
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It's Ok
It's okay, it's okay
You don't have to run and hide away
It's okay, it's okay
I love you anyway
It's okay, it's okay
You don't need to run and hide away
It's okay, it's okay
This is my life, this is my chance
This is my hope in an alleyway
This is my choice, this is my voice
There may be no tomorrow, now
This is my plea, this is my need
This is my day to be free
This is my time, this is my way
In a world that's never safe
It's okay, it's okay
You gotta let me run away
It's okay, it's okay
Oh now let me run away
It's okay, it's okay
You're gonna run and hide away
It's okay, it's okay
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Etiquetas: Música
Thumbing My Way
I have not been home since you left long ago
i'm thumbing my way back to heaven
counting steps, walking backwards on the road
i'm counting my way back to heaven
i can't be free with what's locked inside of me
if there was a key, you took it in your hand
there's no wrong or right, but i'm sure there's good and bad
the questions linger overhead
no matter how cold the winter, there's a springtime ahead
i'm thumbing my way back to heaven
i wish that i could hold you
i wish that i had
thinking 'bout heaven
i let go of a rope, thinking that's what held me back
and in time i've realized, it's now wrapped around my neck
i can't see what's next, from this lonely overpass
hang my head and count my steps, as another car goes past
all the rusted signs we ignore throughout our lives
choosing the shiny ones instead
i turned my back, now there's no turning back
no matter how cold the winter, there's a springtime ahead
i smile, but who am i kidding?
i'm just walking the miles, every once in a while i'll get a ride
i'm thumbing my way back to heaven
thumbing my way back to heaven
i'm thumbing my way back to heaven...
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Para quem já passou pela América Latina, fora dos ressorts paradísicos, sabe que ainda hoje todas estas imagens continuam actuais...
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A última aquisição para a estante...Do pouco que há sobre o assunto parece-me bem escrito...Fala de duas organizações carbonárias, ambas fundadas nos finais do século XIX, e que tiveram um papel determinante na preparação do advento da República: a Carbonária Portuguesa e a Carbonária Lusitana.
Um livro de António Ventura a "devorar" brevemente...
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Um filme especial com a música ideal...
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A luz do gigante!
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Sem dúvida um dos filmes mais misteriosos e ocultos de sempre... a obra-prima do mestre Kubrick...
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Irlanda, década de 1920, trabalhadores da cidade e do campo unem-se para formar uma guerrilha com vista a enfrentar os impiedosos esquadrões "Black e Tan" que, vindos de Inglaterra, irão tentar reprimir a tentativa de independência irlandesa. Guiado por um forte sentido patriótico, Damien abandona a sua carreira de médico e junta-se ao seu irmão, Teddy, numa perigosa e violenta luta pela liberdade. As ousadas tácticas de guerrilha dos lutadores irlandeses levam os ingleses a um ponto de ruptura e ambos os lados finalmente concordam em assinar um acordo para evitar mais sangue. Apesar da vitória aparente, irrompe a guerra civil e membros de famílias que lutaram lado a lado estão agora uns contra os outros, encarando-se como inimigos e pondo a sua lealdade à prova. Depois de Land and Freedom e The Navigators, "Brisa de Mudança", o último filme de Ken Loach, que ganhou a Palma de Ouro em Cannes 2006, promete ser mais uma obra-prima no seguimento das outras duas. A não perder!
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O Absinto ou Fada Verde, para os amigos mais chegados, deriva de uma planta medicinal também conhecida como Artemisia Absinthium e é tipicamente conhecida como sendo um licor embora esta terminologia não esteja totalmente correcta pois a sua composição é livre de açucar. A sua preparação tornou-se um ritual tão importante quanto a essência da própria bebida. As origens da sua produção são difusas embora se saiba que começou por volta de 1790 quando o médico e monárquico francês Pierre Ordinaire, exilado na Suíça, utilizou a planta Artemisia Absinthium para fabricar uma poção digestiva. Poucos anos depois adicionou álcool à fórmula para aumentar ainda mais os seus efeitos. Na sua composição estão o anis e uma diversidade de ervas em que se destaca a Artemisia Absinthium, responsável pela polémica em torno do absinto, por conter substâncias alucinogénicas. Contudo o auge da sua popularidade foi em terras gaulesas principalmente nos cafés e bistrots parisienses no final do século XIX e princípio do século XX sendo que os adeptos de primeira linha eram os artistas e a comunidade literária que buscavam sensações novas como meio de criação e imaginação. Foi também muito popular na República Checa durante os anos 20 nomeadamente entre a comunidade intelectual frequentadora do Cafe Slavia que absorvia todas as tendências proveniente da cidade da luz. A Fada Verde tornara-se portanto um mito, muito devido à sua proibição na maior parte dos países europeus, com excepção de Portugal e Espanha, e mesmo nos EUA que a consideravam uma droga com efeitos psicotrópicos causadora de grandes distúrbios. Essa noção de ilegalidade levou a que o absinto se torna-se extremamente popular até como símbolo de oposição à moralidade estabelecida.
The end of the Green Fairy, cartaz de Albert Ganter criticando a proibição do absinto na Suiça em 1910
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Um dos melhores locais para deambular na noite de Lisboa. Poderei mesmo dizer um dos poucos espaços dedicados e influenciados pelo eclético movimento do Bristol sound.
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Etiquetas: Boémia
Os Compagnons são ainda hoje, passados alguns séculos, os herdeiros dos construtores de catedrais que com toda a sua mestria ergueram muitas das esplendorosas igrejas da Europa setentrional. Recentemente foram responsáveis pela construção da Torre Eiffel, os envasamentos da pirâmide do Louvre, a renovação da Estátua da Liberdade e na grande conquista europeia que foi a união da Grã-Bretanha ao continente, o Túnel da Mancha. Nos últimos anos nenhuma grande obra em terras gaulesas foi realizada sem que a sua marca estivesse presente.
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Etiquetas: Filmes
Cru, honesto, intenso e profundo!
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Etiquetas: Poesia
Um dos melhores!
Como tinha uns trocos a mais resolvi fazer uma nova aquisição para a biblioteca...


| “Brassaï is a living eye,” wrote Henry Miller of the Hungarian–born artist who adopted Paris after World War I and became one of its most celebrated photographers. Originally a painter before he moved on to writing, sculpture, cinema and, most famously, photography, Brassaï (1899-1984) was a member of Paris’s cultural elite, counting Miller, Picasso, Sartre, Camus, and Cocteau, among his friends. Camera in hand, he scoured the streets and bars of Paris, unabashedly capturing the city’s inhabitants in their natural habitats. Prostitutes, hoodlums, and other ‘marginal’ characters were the most famous heroes of Brassaï’s moody, gritty photographs taken often by night. Including an extensive selection of Brassaï’s finest photographs and an essay describing his life and work, this book explores the world of Brassaï in thematic chapters: Minotaure magazine, Paris at Night, Secret Paris, Day Visions, Artists of My Life, and Graffiti and Transmutations |
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